quinta-feira, 19 de abril de 2012

NÃO FICAREI AQUI PARA SEMPRE




Quando estou com meus alunos procuro ser uma pessoa melhor!
Respiro fundo, deixo meus problemas para depois ....
Procuro ter um olhar mais atento, conhecê-los melhor...
Poderei ver crianças florindo ou murchando;
Isso dependerá de minha postura como profissional; como ser humano ...
Quando estou com meus alunos procuro ser uma pessoa melhor!
Deixo para depois minhas tristezas, meus pensamentos aflitos ...
Trocamos energias e esquecemos as coisas ruins,
sabendo que elas se evaporam ao sabor do vento ...

Sorrimos, cantamos, descobrimos novos mundos, novos planetas ...
Descobrimos que juntinhos podemos olhar na mesma direção
e caminhamos rumo a este novo sol que surge lentamente - o futuro ...
Crio asas quando me coloco no lugar de cada aluno,
tentando entender suas dificuldades, seus medos suas inseguranças...
Crio asas quando me torno uma ponte para que eles caminhem
e percorram novos caminhos e se encantem com suas descobertas ...
Acredito que cada ser humano é um ser mágico, fantástico,
iluminado e tem o poder de transformar o mundo!
Quando estou com meus alunos procuro ser uma pessoa melhor!
Tomo cuidado com minhas palavras, minhas observações, meus exemplos ...
Sou humana posso errar, mas preciso me policiar...
Pois estou lidando com crianças e quando estou com eles,
procuro ser uma pessoa melhor!
Melhor para mim, melhor para o futuro que deixarei registrado na memória de cada um ...
Não ficarei aqui para sempre, mas posso semear a tolerância, a paciência, o afeto,
o carinho, o respeito, a solidariedade , a fé e o amor...
Assim terei a certeza de que fiz a minha parte!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A importância da leitura no desenvolvimento infantil

A importância da leitura no desenvolvimento infantil
       - Mamãe, conta aquela história outra vez? - E depois, você conta de novo? O valor e a importância que se dá à leitura começa em casa, muito antes das “letras” e da escola. Contar histórias é oficio antigo da humanidade, encontrado em todas as partes do mundo. O homem usa a palavra como instrumento mágico que produz bem-estar, prazer, satisfação, conhecimento. Os primeiros narradores de histórias oralmente transmitidas são os antepassados de todos os escritores. Fixar essas experiências através da escrita garante que os ensinamentos perdurem e que as raízes de cada um possam ser respeitadas e assimiladas. A leitura de adultos significativos para as crianças, é uma atividade prazerosa, uma forma de brincar com as palavras, de proporcionar uma rica fonte para a imaginação, que transporta a criança para mundos diferentes. Pais e professores da Educação Infantil e das séries iniciais são os responsáveis por criar os laços das crianças com a leitura. A infância é o tempo de maior disponibilidade a influências. As crianças gostam de “imitar” atos de leitura, e a família e os professores são ótimos modelos de leitores competentes.    As crianças, no dia-a-dia, entram em contato com as mais trágicas histórias, nos jornais, revistas, TV, cinema, computador. Todos são “eventos de letramento”, mas que histórias, que leitura, em contrapartida, podemos oferecer às crianças deste século? As crianças têm, na infância, o melhor tempo disponível para ouvir ou fazer uma leitura descompromissada, movidas apenas pela curiosidade, pelo prazer, pelo descobrimento. Nosso papel é o de oferecer, desde cedo, o contato com obras-primas, com leitura ou “contação” de boa qualidade. Com isso é possível que a criança tenha uma formação e um desenvolvimento mais completo, mais interessante. Já disseram, mais de um educador, que a criança que cresce ouvindo histórias cresce mais feliz. A leitura é expressão estética da vida através da palavra escrita e contribui significativamente para a formação da pessoa, influindo nas formas de se encarar a vida. A criança é imaginativa, exercita a realidade através da fantasia, mas precisa de materiais exteriores – todas as formas de escrita – contos, histórias, fábulas, poemas, cantigas, para se constituir como pessoa. Gostam de leituras que lhes dêem utilidade e prazer. “Cobrar” leitura de uma criança é um erro bem fácil de se cometer. A criança vai crescendo e temos a tendência de deixá-la sozinha com sua “tarefa” de ler. Não devemos deixar de mostrar nossa paixão e envolvimento pelo que fazem, pelo que descobrem, mesmo que não seja o que sonhamos ou imaginamos para elas. Acabamos valorizando os livros de aprender a ler, os livros das diferentes disciplinas escolares que ensinam os conhecimentos culturais, mas nem tanto, os livros não utilizados na aprendizagem formal, os que normalmente são caracterizados como recreação. Se a criança não procurar, inicialmente, um livro como entretenimento, como poderá ela ter prazer de ler no futuro?           Cecília Meireles mestra no uso das belas e boas palavras, que produzem tanto prazer, já dizia: “Ah! Tu, livro despretencioso, que, na sombra de uma prateleira, uma criança livremente descobriu, pelo qual se encantou, e, sem figuras, sem extravagâncias, esqueceu as horas, os companheiros, a merenda... tu, sim, és um livro infantil, e o teu prestígio será na verdade, imortal.
Maria Cristina Hoffmann - Educação Infantil Artigo publicado na revista Family and friends nº 8

Dia do Ìndio

19 de Abril

          Desde 1944, o Brasil comemora o Dia do Índio com solenidades, atividades educacionais e divulgação da cultura indígena. Mas para quê? Qual é a finalidade das comemorações?
Muitas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental fazem com seus alunos adereços indígenas, pintam seus rostos, cantam suas músicas.
          E na Universidade, o que estamos fazendo para refletir sobre esse dia?
          Qual é a finalidade das comemorações? Muitas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental fazem com seus alunos adereços indígenas, pintam seus rostos, cantam suas músicas. E na Universidade, o que estamos fazendo para refletir sobre esse dia?
Dia do Índio
           A distribuição das terras indígenas ainda é um dos grandes problemas enfrentados por eles. A terra de seu povo não é apenas suporte para a vida material, meio de subsistência ou fator de produção, mas também referencial a seu mundo simbólico. Todas as dimensões da vida de um povo indígena têm por base seu território físico.
           Assim como a terra, a cultura de um povo é um código simbólico, compartilhado por todos os homens, mulheres e crianças do mesmo grupo social.
           É por meio da cultura que todas as pessoas atribuem significado ao mundo e às suas vidas, pensam suas experiências diárias e projetam seu futuro.
           Há muitas décadas os índios têm enfrentado o desafio de sobreviver de acordo com suas tradições, interagindo com a sociedade brasileira. Vêm selecionando e incorporando a sua cultura e valores às novas necessidades dessa relação.
          Os povos indígenas vivem o tempo presente e constróem o futuro de seus filhos, na certeza de que ações políticas e ideológicas voltadas para os problemas gerais dos índios estão sendo unificadas e que suas reivindicações serão ouvidas, protegidas e respeitadas.

As pessoas especiais


terça-feira, 17 de abril de 2012

O jogo no processo de aprendizagem



            O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual e sempre estiveram presentes em qualquer povo desde os mais remotos tempo. Através deles, a criança desenvolvem a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima, preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor. O jogo, nas suas diversas formas, auxilia no processo ensino-aprendizagem, tanto no desenvolvimento psicomotor, isto é, no desenvolvimento da motricidade fina e ampla, bem como no desenvolvimento de habilidades do pensamento, como a imaginação, a interpretação, a tomada de decisão, a criatividade, o levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados e a aplicação dos fatos e dos princípios a novas situações que, por sua vez, acontecem quando jogamos, quando obedecemos a regras, quando vivenciamos conflitos numa competição, etc. (CAMPOS)
           Segundo PIAGET (1967), “o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e moral”. Através dele se processa a construção de conhecimento, principalmente nos períodos sensório-motor e pré-operatório. Agindo sobre os objetos, as crianças, desde pequenas, estruturam seu espaço e seu tempo, desenvolvendo a noção de casualidade, chegando à representação e, finalmente, à lógica. As crianças ficam mais motivadas para usar a inteligência, pois querem jogar bem, esforçam-se para superar obstáculos tanto cognitivos como emocionais.
           O jogo não é simplesmente um “passatempo” para distrair os alunos, ao contrário, corresponde a uma profunda exigência do organismo e ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Estimula o crescimento e o desenvolvimento, a coordenação muscular, as faculdades intelectuais, a iniciativa individual, favorecendo o advento e o progresso da palavra. Estimula a observar e conhecer as pessoas e as coisas do ambiente em que se vive. Através do jogo o indivíduo pode brincar naturalmente, testar hipóteses, explorar toda a sua espontaneidade criativa. O jogo é essencial para que a criança manifeste sua criatividade, utilizando suas potencialidades de maneira integral. É somente sendo criativo que a criança descobre seu próprio eu (TEZANI, 2004).
           O jogo é mais importante das atividades da infância, pois a criança necessita brincar, jogar, criar e inventar para manter seu equilíbrio com o mundo. A importância da inserção e utilização dos brinquedos, jogos e brincadeiras na prática pedagógica é uma realidade que se impõe ao professor. Brinquedos não devem ser explorados só para lazer, mas também como elementos bastantes enriquecedores para promover a aprendizagem. Através dos jogos e brincadeiras, o educando encontra apoio para superar suas dificuldades de aprendizagem, melhorando o seu relacionamento com o mundo. Os professores precisam estar cientes de que a brincadeira é necessária e que traz enormes contribuições para o desenvolvimento da habilidade de aprender e pensar. (CAMPOS).

sexta-feira, 13 de abril de 2012

SEMEIE SEMPRE

Semeie Sempre

No grande mundo de Deus, tu és um semeador. Tu és presença e pessoa. Junto aos homens podes fugir à responsabilidade de semear.
Não digas: O solo é áspero... O sol queima... Chove demais... A semente não presta...
Tua função não é julgar a terra, o tempo, as coisas, os homens... Tua missão é semear...
A semente é abundante e germina facilmente: Um pensamento, um gesto, um sorriso, um aperto de mão, um conselho amigo... Um copo d’água.
Não semeies, porém descuidadamente, como quem cumpre uma tarefa. Semeia com interesse, com dedicação, com amor. Semeia com quem encontra nisso o motivo maior da sua felicidade...
Sem esperar recompensa, serás recompensado. Semeia, pois: no Reino, dar é receber; gastar a vida servindo é crescer e transformar... Por isso, semeia sempre, em todo terreno, em todo tempo, a boa semente, com amor e com carinho como se estivesse dando o próprio coração.
Sai semeador... Parte. Levas as sementes e a esperança. Não esqueças de voltar depois de regar... O PAI fará crescer e tornar-se fruto a semente que ele te confiou. A ti te cabe partilhar, semeando e regando...
Senhores pais, as sementes que Deus lhes confiou são seus filhos. Ser fruto amanhã dependerá de como cuidou e regou esta semente.
Neste trabalho, não estás sozinho, pois pode contar com minha ajuda.